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O retorno

Ois… fiquei um tempinho (muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito tempo) sem postar nada por aqui. Na verdade não postava nada em lugar nenhum até criar outro blog no final do ano passado. Mas como eu odeio lixo eletrônico, vou reativar este blog aqui, pretendo manter uma certa periodicidade… vamos ver no que dá.

Por falar no meu novo blog se tiver curiosidade e quiser sapear por lá, o endereço é http;//alebatist.blogspot.com

Até o próximo post!

Tempo, tempo mano velho…

Por gentileza…

geragenti               Mais uma sexta-feira 13 chega, muitos tremem só de ouvir falar nisso, cuidados como não cruzar um gato preto neste dia é fundamental, mas esta sexta-feira(13) traz mais motivos para alegria que para temor, o dia 13 de novembro é considerado o dia internacional da gentileza. A idéia da criação deste dia que surgiu em 1996 durante uma reunião com participantes de vários países tem o objetivo de tornar o mundo mais amável e justo.

A rotina, o stress, e a correria diária fizeram com que as pessoas deixassem de usar as “palavrinhas mágicas” que aprendem na infância: “bom dia”, “por favor” e “obrigado”, mas ser gentil não é só isso, é ter generosidade, ser solidário, transformar o ambiente em que se vive, torná-lo mais agradável para si e para os outros.

Podemos ter atos de gentileza em casa, no trabalho, na rua ou no trânsito. “Gentileza é quando uma pessoa é sensível as necessidades das outras, respeita, procura ajudar da melhor maneira possível” é o que pensa a estudante universitária Bárbara Gioseffi, mas ela reclama que infelizmente está faltando gentileza nas relações.

Mente e corpo agradecem, porque atos de gentileza melhoram a saúde das pessoas, tanto de quem recebe quanto de quem pratica o ato. Mas a gentileza não está apenas na relação com o outro, ela também está nos cuidados pessoais com minha saúde, tendo uma boa alimentação, evitando o estresse, é a chamada autogentileza.

Para o jornalista Ricardo Miranda gentileza sempre é bem vinda, mas ele lamenta que o mundo está escasso de gentileza, e afirma que “gentileza tem haver com educação e cultura, porém, as relações estão se tornando mais formais e secas. A cultura do brasileiro, por exemplo, é gentil, mas lamentavelmente isso está se perdendo”.

Gentileza tornou-se o pseudônimo de José Datrino, que ficou conhecido como Profeta Gentileza. Em 1961 ele passou a andar por cidades fluminenses espalhando atos de gentileza. Na década de 80 no Rio de Janeiro, o Profeta Gentileza pintou em 56 pilastras do Viaduto do Caju, perto da Rodoviária Novo Rio, inscrições em verde e amarelo denunciando as coisas e atos que considerava como errados e ao mesmo tempo espalhava uma mensagem de otimismo e esperança a quem passasse pelo local.

Não é necessário sair pintando o “sete” por ai, fazer da gentileza um hábito diário contribui para um mundo mais gentil, e como escreveu o Profeta “Gentileza gera Gentileza”.

090623_diploma-jornalismo1Para o autor da PEC, deputado Paulo Pimenta, resultado é fruto da mobilização da sociedade brasileira contra a decisão do STF.

A PEC dos Jornalistas, proposta do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) que restabelece a obrigatoriedade do diploma de jornalismo, foi aprovada na manhã desta quarta-feira (11) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

Não foi necessária votação nominal, tendo sido feita por orientação das bancadas dos partidos, em que apenas o PSDB se posicionou contrário à admissibilidade da proposição.
A partir de agora, a PEC dos Jornalistas será remetida à análise de uma Comissão Especial, antes de ir à votação no plenário da Câmara. Ainda na tarde de hoje, o deputado Paulo Pimenta, a líder da Frente Parlamentar em defesa do diploma, Rebeca Garcia (PP-AM), e representantes da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) pretendem se reunir com o Presidente Michel Temer com a finalidade de solicitar agilidade na formação da Comissão Especial.

Para o deputado Paulo Pimenta, as tentativas de impedir a votação da PEC na Comissão de Constituição e Justiça e ações como a da Associação Nacional de Jornais (ANJ), que buscavam desqualificar as iniciativas do Congresso Nacional em favor do diploma, fracassaram devido à reação massiva da sociedade brasileira. ”O resultado favorável na CCJ é fruto dessa mobilização, que ocorreu pela internet, onde foi possível ampliar democraticamente o debate, já que os meios de comunicação tradicionais se omitiram diante da decisão do Supremo Tribunal Federal”, comemorou Pimenta a aprovação da PEC.

Autores das Propostas que restabelecem o diploma de jornalismo, Pimenta e Senador Valadares pretendem unificar texto das PECs.

Após a sessão da CCJ de hoje, Pimenta esteve reunido com o senador Antônio Carlos Valadares, também autor de uma Proposta de Emenda à Constituição no Senado Federal que estabelece a exigência constitucional do diploma de jornalismo.

Pimenta e Valadares informaram que pretendem unificar as redações das PECs, o que possibilitaria uma tramitação mais ágil, já que aprovadas separadamente em cada Casa Legislativa, a Proposta da Câmara não necessitaria de aprovação no Senado e vice-versa.

Programa começará com 177 mil alunos dos 1º, 2º e 3º anos, em 2010.
Prefeitura fará concurso para contratar 800 novos professores.

Em 2010, crianças a partir dos 6 anos de idade e que estudam na rede municipal do Rio vão começar a aprender inglês. Ao todo, segundo a Secretaria Municipal de Educação serão 177 mil alunos do primeiro, segundo e terceiros anos.

 Atualmente, os alunos estudam inglês do sexto ao nono anos.

 As aulas deverão começar no segundo semestre do ano que vem.

Em entrevista ao Bom Dia Rio na manhã desta terça-feira (6), a secretária Cláudia Costin acrescentou que em 2010 entram os alunos do primeiro, segundo e terceiro anos. Em 2011, as crianças do quarto ano passam a integrar o programa do inglês obrigatório e, em 2012, a disciplina passa a fazer parte do currículo também dos estudantes do quinto ano.

 Ainda segundo a secretária, atualmente na rede municipal, somente os alunos do 6º ao 9º anos têm aulas de língua estrangeira – inglês, francês ou espanhol. Com o novo programa, o inglês passa a ser obrigatório, inclusive para os estudantes a partir do 1º ano.

“O inglês será obrigatório em todas as escolas. Em algumas, vão permanecer o ensino de outras línguas, como o francês e o espanhol”, destacou a secretária.

O objetivo é que os alunos estejam bem preparados para ser bons anfitriões nas Olimpíadas de 2016.

“Vamos abrir novo concurso para professores em 30 de abril. Nossa intenção é contratar 800 novos professores. Atualmente, a rede tem 564 professores de inglês. O município tem capacidade para absorver esses quadros progressivamente”, disse Cláudia Costin.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1330788-5606,00-INGLES+PASSA+A+SER+OBRIGATORIO+PARA+CRIANCAS+A+PARTIR+DOS+ANOS+NO+RIO.html

Santos=Dumont

Quem como Deus?

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:: Blog Indicado ::

PARTILHAOlá, gostaria de convidá-los a entrar no blog http://brantonio.wordpress.com . É um blog feito pelo Pe Antônio Camilo de Paiva onde ele fala de vários assuntos pertinentes a nossa religião católica. É uma iniciativa interessante que vale a pena conferir!!!

xadrezCampeã de xadrez escolar treina para conseguir nova medalha de ouro
Etapas nacionais das olimpíadas serão em setembro e novembro.
Escolas de SP incluíram jogo em seu currículo obrigatório.

Pelo amor ao xadrez, Ana Vitória Rothebarth, de 17 anos, já chegou a andar quase três dias de ônibus da sua cidade natal, Cuiabá (MT), até João Pessoa (PB) para participar de um campeonato no ano passado. Voltou de lá com o título de primeira colocada na etapa nacional das Olimpíadas Escolares.

Neste ano, o ritmo de treino diminuiu por causa dos preparativos para o vestibular, mas mesmo assim ela continua se dedicando bastante.

“Espero voltar para casa campeã novamente“, diz Ana Vitória, que aprendeu a jogar aos 11 anos, com o pai. Foi também graças ao xadrez que conseguiu uma bolsa de estudos em uma escola particular. “Eu já era boa aluna e o xadrez me abriu mais portas ainda.”

O benefício que o xadrez na escola traz ao aluno, como a agilidade de raciocínio e capacidade de concentração, foi uma das razões para o jogo ser incluído no rol de modalidades desde a criação das Olimpíadas Escolares pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), em 2005.

O xadrez é disputado em duas categorias: 12 a 14 anos e 15 a 17 anos. Os atletas são selecionados em disputas municipais e estaduais, que terminam agora no mês de agosto. Passam para a etapa nacional dois estudantes por categoria. Os mais jovens jogarão a fase nacional de 10 a 20 de setembro em Poços de Caldas (MG). Os mais velhos competem de 5 a 15 de novembro em Maringá e Londrina (PR).

“É uma forma lúdica de aprender. E o xadrez foi incluído porque não depende de uma habilidade física. É uma questão intelectual. O estudante não precisa ser o mais forte, o mais rápido. É uma modalidade em que todos podem participar”, afirma Edgar Hubner, gerente-geral da área de Iniciação, Fomento e Eventos do COB e diretor das Olimpíadas Escolares. “Um país só tem um esporte forte se tiver esporte forte na escola.”

Como prêmio, os vencedores recebem, além da medalha, uma bolsa em dinheiro que pode ser usada para comprar livros de xadrez ou viajar para competir, por exemplo.

Ao longo do ano, o COB também organiza jogos de xadrez em um tabuleiro gigante, que mede quatro metros por quatro metros, com peças amarelas e azuis. “Levamos esse tabuleiro para diferentes cidades. Acaba ficando um jogo muito interativo”, explica Hubner. Em setembro, o tabuleiro gigante estará em Poços de Caldas.

Lógica e agilidade

Por conta dos seus benefícios, o xadrez passou a fazer parte do currículo obrigatório de alguns colégios de São Paulo.

“O xadrez pode ser trabalhado com alunos de idades variadas”, afirma José Antonio Rosa, 55 anos, professor de xadrez do Colégio Augusto Laranja, em São Paulo, que incorporou a atividade ao currículo obrigatório dos alunos do 3º ao 6º anos.

Segundo ele, o jogo ajuda não só em matemática mas em outras disciplinas também. “Com o xadrez, o aluno aprende a planejar. Na escola, temos um tabuleiro-mural, com peças imantadas. Proponho uma situação-problema e os alunos dão as suas sugestões sobre os próximos movimentos.”

No Colégio Emilie de Villeneuve, também na capital paulista, o xadrez está no currículo desde 2003. A coordenadora pedagógica, Silvia Azevedo, afirma que a atividade é sempre muito bem aceita pelos estudantes. “Eles se divertem bastante na aula. Além da parte de raciocínio e lógica, o xadrez é importante para o aluno aprender a se expressar. Em algumas atividades, ele precisa antecipar as jogadas em voz alta.”

Não há uma idade mínima para aprender a jogar xadrez, mas a partir dos 7 ou 8 anos fica mais fácil porque a criança já começa a desenvolver o raciocínio lógico-abstrato, segundo Leda Maria de Oliveira Rodrigues, educadora da PUC-SP. “É um jogo que pode ser usado até por escolas sem muitos recursos. Nesse caso, as aulas de educação artística podem ser aproveitadas para montar as peças e o tabuleiro com material de sucata.”

Fonte: G1

xadrez2

diploma_jornalista_300Com 50 assinaturas de senadores, 23 a mais que o necessário, começou a tramitar no Senado a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que restitui a exigência de diploma superior para a profissão de jornalista.

Em vigor desde 1979, a obrigatoriedade do curso de Comunicação Social para o exercício do jornalismo foi derrubada em 17 de junho pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou a norma incompatível com a liberdade de expressão prevista na Constituição.

A PEC, protocolada nesta quarta-feira (1º) na Mesa do Senado pelo líder do PSB, senador Antônio Carlos Valadares (SE), abre espaço para a atuação de não jornalistas nos meios de comunicação e toma alguns cuidados para não afrontar a decisão do STF.

Valadares informou que o próximo passo será acionar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para que realize uma audiência pública com todas as partes interessadas no tema, desde entidades empresariais, contrárias ao diploma, a representantes de jornalistas, estudantes e professores, defensores do canudo.

O texto Valadares acrescenta à Constituição artigo para tornar o exercício da profissão “privativo do portador de diploma de curso superior de comunicação social, com habilitação em jornalismo, expedido por curso reconhecido pelo Ministério da Educação, nos termos da lei”. Mas o parágrafo único do artigo a ser acrescentado abre duas exceções.

Uma permite a presença nas redações da figura do colaborador, não diplomado em jornalismo, “assim entendido aquele que, sem relação de emprego, produz trabalho de natureza técnica, científica ou cultural, relacionado com sua especialização, para ser divulgado com o nome e qualificação do autor”. A outra exceção é para jornalistas provisionados, que obtiveram esse tipo de registro especial perante o Ministério do Trabalho.

Fonte: G1